Cada vez mais me convenço de que a resposta à pergunta "Quem sou eu?" está na base das respostas a toda e qualquer outra pergunta existencial. E se calhar é aquela que é mais ignorada. Porque saber quem realmente somos custa.
Se sabemos quem somos, sabemos o que é suposto fazermos com a nossa vida. Sabemos por que e para que existimos. E deixamos de seguir as pressões da sociedade à nossa volta sobre o que devemos ou não fazer.
Há dias em que acordamos e sentimos que fazemos parte do universo, noutros é totalmente o inverso, questionamos a razão da nossa existência...
A nossa mente é poderosa, tanto pode transformar algo insignificante na coisa mais bela, como pode transformar a coisa mais bela em algo insignificante... a mente assim o decide!
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Cada livro sua mensagem, sua emoção.
Este em particular é muito especial, um presente que não esquecerei jamais, aprendi e cresci muito com ele, gostava um dia poder ter a oportunidade de retribuir pelo menos metade do se significou para mim, obrigado a essa pessoa que conquistou este espaço no meu coração.
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Um passado demasiado bom dá-nos cabo do Futuro. Espera-se o pior.
4 postas grandes e altas de bacalhau 5 dl de azeite 4 dentes de alho 1 kg de batatas sal grosso e pimenta
Confecção:
Escolhe-se o bacalhau bem alto e põe-se de molho (de preferência dentro do frigorífico) durante 2 a 3 dias, conforme a cura. Depois enxuga-se muito bem o bacalhau e assa-se nas brasas. Ao lado põe-se ao lume um tacho com o azeite, os dentes de alho e a pimenta. Deixa-se levantar fervura. À medida que o bacalhau vai assando, vai-se fazendo em lascas e mergulhando no azeite. Serve-se imediatamente acompanhado com batatas assadas com a pele, partidas a murro.
Preparação das batatas: Lavam-se as batatas, passam-se por sal grosso e levam-se a assar no forno. A meio da assadura, dá-se-lhes uma pancada (murro) para as esborrachar um pouco. Salpicam-se com mais sal grosso e deixam-se acabar de assar